A internet de Hoje em dia

A Web Semântica teve sua primeira menção em 2001 no artigo publicado por Tim Berners-Lee, creditado como o idealizador da internet, e Ora Lassila. Intitulado The Semantic Web: a new form of Web contents that is meaningful to computers will unleash a revolution of new possibilities (Web Semântica: um novo formato de conteúdo para Web que tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas possibilidades), o artigo deu início à revolução da maneira como os dados são construídos e representados na Web.

Breitman (2010) mostra que na Web atual, também chamada Web Sintática, quem faz o processo de apresentação da informação são os computadores, já o processo de interpretação parte dos seres humanos e acompanhantes rio preto.

No entanto, com a publicação do artigo de Berners-Lee em 2001, o conceito de Web mudou radicalmente. Na Web Semântica, a informação ganha um significado através de linguagens de marcações semânticas. Essas linguagens, sobretudo as RDF, RDF-Schema, OWL e suas ontologias, serão adicionadas às páginas atuais pelo modelo proposto por Tim.

Sendo assim, a informação fica disponível sempre ao usuário, mas também é adaptada e aperfeiçoada para permitir que fontes de informação de computadores interpretem e processem os dados de maneira mais eficiente.

A ideia central da WS é fazer com que os meios computacionais interpretem os dados de maneira mais eficaz possível e façam uma assimilação de conteúdo como os seres humanos. A aplicação disso, como mencionado por Santos e Alves (2009), é realizada com ferramentas que interpretam e distinguem o significado das palavras dentro de um contexto e, assim, tornam a recuperação mais eficiente.

Santos e Alves (2009) usam Berners-Lee, Cunha e Moura para descrever que a WS procura contextualizar semanticamente os dados representados para amenizar ou até eliminar os problemas na recuperação de dados através de uma estrutura implementada por ferramentas tecnológicas que possibilitem a interpretação e o gerenciamento do conteúdo dos recursos.

Essa arquitetura proposta por Tim Berners-Lee, nas palavras de Santos e Alves (2009), proporciona maior estruturação do conteúdo dos recursos e uma maior definição semântica dos dados representados, propiciando um ambiente mais acessível para que os agentes de softwares realizem o processamento e interpretem os dados solicitados na busca e cheguem ao objetivo de reduzir as convergências na requisição de dados.

O modelo de estruturação promovido por Tim Berners-Lee constitui: característica internacional (URI, Unicode), camada sintática (XML), camada de dados, camada de ontologia, camada lógica, camada de prova e camada de validação. É válido ressaltar que nas camadas sintática e de dados também estão os padrões de metadados.

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